segunda-feira, 22 de junho de 2009
Uma futura jornalista, com diploma
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Mercado saturado exige muito esforço adicional
quarta-feira, 27 de maio de 2009
DIREITOS HUMANOS - Prêmio: o que fazer pelos Direitos Humanos?
O ganhador. Inscrito desde outubro de 2008, o ganhador Denílson Rocha de Oliveira, 21 anos, estudante de Direito, acompanhado de sua orgulhosa mãe, Maria Celeste Rocha, se emocionou ao receber o prêmio. Só naquele momento ele percebia a importância de iniciativas semelhantes a esta, que fazem pensar sobre um tema tão necessário em uma sociedade. Além disso, Denílson diz que realizou um sonho ganhando Notebook.
Comunicação Social e presidente da Comissão Julgadora, finalizou a noite da entrega dizendo que daqui a algum tempo, quando o concurso for tradição e tiver nível nacional, todos que concorreram poderão dizer que participaram do 1° Prêmio Muito a Fazer.
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Contra os bichos feios e malvados dos dentes
Alunos da disciplina Saúde Coletiva III, ministrada pela professora Vanessa Cruvinel, no 5° semestre do curso de Odontologia da Universidade Católica de Brasília (UCB), realizaram uma manhã didática sobre saúde bucal, sábado, dia 25 de abril, na Associação de Cooperação Solidária (Acosol).
Organização comunitária de pessoas carentes do Recanto das Emas, a Acosol tem uma parceria com a UCB. As crianças de até 14 anos participam do projeto Ciranda, onde têm acesso a cuidados médicos e odontológicos simples, auxílio na educação, diversão, esportes e outras atividades relacionadas a vários cursos da universidade.
Para os universitários, o sábado começou na porta do bloco S, na UCB. Ainda sem saber que seu destino seria a sede da Acosol, localizada na quadra 107 do Recanto, os 12 alunos preparavam-se para apresentar medidas profiláticas da saúde bucal para pais de crianças atendidas no projeto Ciranda. Primeiros educadores, os pais são responsáveis por repassar o aprendizado aos filhos.
Expectativa “Você conhece alguém?”, perguntava uma menina. “Eu não”, dizia a outra. Ambas observavam bem todas aquelas pessoas de jaleco branco que chegavam em carros particulares e caminhavam rumo à casa onde funciona a sede da Acosol. Era perceptível a admiração e, principalmente, a expectativa despertada, pois tratamentos dentários em clínicas normais custam caro. Muitas crianças e adultos aguardavam uma consulta com os futuros dentistas que tinham acabado de chegar. Mas dessa vez eles não traziam consigo abridores de boca, alicates ou sugadores, e sim banners, cartazes, DVDs educativos e grandes escovas de dente, bocas artificiais e fio dental. A primeira tarefa foi separar as crianças dos pais. Na parte externa, os pais assistiram a palestras enquanto no interior da casa era exibido um desenho animado educativo sobre saúde bucal.
Nem palito nem cabelo
Os universitários da UCB inicialmente falaram sobre os problemas que a má higienização bucal pode causar, como as cáries, as inflamações na gengiva e o mau hálito. Depois, de forma ilustrativa, munidos de grandes bocas, escovas e fios dentais na mão, mostraram a melhor forma de escovar os dentes. Na limpeza bucal, o jeito de escovar vale mais do que a força utilizada.
Francisco de Chagas, 36 anos, pai de uma criança do projeto Ciranda, diz que a maior novidade para ele foi a dica dada sobre o uso do palito de dente, pois os pais foram advertidos de que ele serve mais para ferir a gengiva do que para a limpeza dentária. Outra dica dada foi sobre a possível substituição do fio dental por pequenas tiras de saco plástico, aquele de supermercado, sendo proibido o uso do fio de cabelo como fio dental.
No filme mostrado para as crianças, os vilões fizeram sucesso. Gustavo, de 4 anos, disse que gostou mais dos bichos feios, malvados e verdes que representavam as bactérias na boca do personagem do desenho animado. Ele disse que gosta de escovar os dentes, mas sempre com a ajuda da mãe
Por Ane Gottlieb
Matéria divulgada no site da Oficina de Produção de Notícias - OPN
domingo, 10 de maio de 2009
Dia do Assistente Social é comemorado em forma de homenagem
Aqueles que prezam pela justiça social e dão visibilidade aos invisíveis da sociedade são homenageados em uma seção solene na UCB.
O curso de Serviço Social, em comemoração ao dia do Assistente Social, realizou na última terça-feira (05/05), uma seção solene, proposta pelo Deputado Paulo Tadeu, no auditório Bloco Central da Universidade Católica de Brasília. A homenageada da noite foi a assistente social Eva Faleiros, o que significou, também, uma forma de homenagear todos aqueles que querem ter uma carreira de sucesso como a de Eva.
O deputado Paulo Tadeu não pode se fazer presente na seção, mas convidou o vice-presidente da Câmara, Deputado Cabo Patrício, para o substituir na presidência da mesa, na seção. Nela estavam presentes, o pró-reitor de graduação Ricardo Spíndola Mariz; a diretora do curso de Serviço Social da UCB Cilene Lins; Gabriela Martins, representante do Centro Acadêmico do curso de Serviço Social da UCB; Raimunda Nonata, do Conselho Regional de Serviço Social 8ª região; a Assistente Social do CECRIA Neide Castanha, de Centro de Referência para Estudos e Ações sobre Crianças e Adolescentes; a Deputada Érica Cocai; e a Assistente Social Eva Faleiros.
A seção iniciou com vídeo sobre o Hino Nacional, com várias músicas regionais brasileiras. Os convidados falaram sobre o dia 15 de maio, dia do Assistente Social, mostrando a profissão como aquela que realmente luta pelos direitos das pessoas. O deputado Cabo Patrício destacou que o Assistente Social é responsável por olhar para aqueles invisíveis numa sociedade, e por dar visibilidade a eles. Acrescentou ,também, outra questão, que não é motivo de comemoração para os profissionais da área, que é o da desvalorização do trabalho que realizam. Baixos salários e a não-existência de um plano de carreira. “É uma vergonha para um país que tanto precisa de profissionais como estes que podem acrescentar muito nas políticas sociais do nosso país”, destacou o deputado.
Para o o pró-reitor de Graduação da Católica, Ricardo Mariz, o fato de a Seção Solene se deslocar da Câmara para uma Universidade já é em si significativa para a sociedade, para a política e para a academia. Para ele, o Assistente Social carrega consigo o emblema da justiça social.
A homenageada, Eva Faleiros, professora aposentada da UNB, tem sua história profissional totalmente dedica a Assistência Social ligada, principalmente, a projetos relacionados à crianças e adolescentes. Eva, que no período ditatorial foi exilada do país, vivendo no Canadá, Chile e Holanda, fez parte também do grupo que mobilizava e lutava pelo Estatuto da Criança e do Adolescente que ano passado completou 18 anos. Segundo a homenageada, existe uma paixão particular por esse público, o que a fez escolher dedicar a maior parte do seu período profissional por acreditar no futuro, sempre. Com esse mesmo público ela trabalha também com junto a movimentos que envolvem a luta contra a violência e abuso sexual.
Mais recentemente, Eva vem se dedicando a projetos relacionados às pessoas com transtorno mental. A preocupação dessa área é a melhora na assistência a pessoas que sofre com esse tipo de problema. Há movimentos e ONGs que realizam esses trabalhos como o Movimento de luta Anti- Manicômios e a ONG Inverso, que prestam cuidados e defende os direitos de pessoas com transtornos mentais.
O escolhido para iniciar a homenagem foi o marido de Eva, Vicente Faleiros, mestre em Gerontologia, pesquisador pelo CNPq e professor da UCB. Com uma demonstração de amor e afeto pela esposa, recitou dois poemas próprios e depois entregou flores.
A deputada Érica Cocai finalizou os pronunciamentos discursando sobre a importância de uma pessoa, como Eva Faleiros, pelo fato de lutar pelos direitos das pessoas usando de pequenos gestos que trazem grandes resultados. Eva foi mostrada como um exemplo de profissional para qualquer área de atuação, e exemplo de pessoa por ter essa preocupação com o próximo.
A seção foi encerrada com um vídeo As Rosas Não Falam, de Nelson Gonçalves, especialmente para Eva. sexta-feira, 1 de maio de 2009
Oficina de dança circular distrai e instrui
Transculturação de danças folclóricas de diversos povos recupera parte da função tradicional da dança como momento de compartilhamento da alegria
O nome intrigava alguns, atraídos, inicialmente, pela curiosidade. Perguntado sobre o que imaginava ser a dança circular, Jonathas Bonfim, de 22 anos, estudante da universidade desde 2005, disse que acreditava se tratar de danças como as brincadeiras de crianças ou cantigas de roda.
Parcialmente relacionada a isso, a dança circular trabalha com elementos vindos do folclore e etnias de vários povos como o grego, o celta, o irlandês e o cigano. Tudo apresentado, na medida do possível, em uma mesma aula, operando uma forma de transculturação de povos e nações em curto espaço de tempo.
A oficina dança circular do II Congresso de Educação Física aconteceu no CIAM na UCB às 10h30, no sábado, dia 18, conduzida por Isabel Zago. Formada em Administração de Empresas, especializou-se em Formação Holística e Terapia Transpessoal. Em 2002, ela trouxe as danças circulares para as áreas da educação, da saúde, organizacionais, socioculturais e de lazer.
Fundamento – Demonstrando intenso prazer e zelo, Isabel mostrou cinco danças das culturas inglesa, alemã, brasileira, dos EUA e escocesa. Com movimentos leves, mas agitados e muito expressivos, as danças que poderiam ser feitas de dupla ou em grupo fizeram com que todos se contagiassem com a alegria e a descontração. Para Isabel, o fundamento inicial de todas as músicas e danças tradicionais era compartilhar a alegria dos seus povos, para isso eles se reuniam sempre que podiam para realizar essa prática.
Aluna do 5° semestre de Educação Física, Thalita Alcântara, ao fim da aula, disse que se surpreendeu com aquele momento, pois além de ter agregado conhecimentos culturais, ajudou-lhe a melhorar sua coordenação motora.
Isabel Zago também dá aulas na Universidade para Terceira Idade (UnATI), projeto desenvolvido na Universidade Católica de Brasília (UCB), nas quintas-feiras, das 9h às 10h da manhã, adaptando as danças circulares para idosos.
Tenda: área de convivência, consumo e também de conhecimento
De livros e “macaquinhos” à realidade virtual, estandes oferecem serviços e produtos para a pessoa se conhecer e viver melhor. A repórter que o diga
No II Cieqv, na grande tenda montada no Bloco Central da Universidade Católica de Brasília (UCB), o espaço reservado para exposição de produtos e serviços, é uma área de convivência cheia de surpresas, em seus nove estandes e em sua seção de pôsteres de temas livres. Ao entrar no espaço, ao dirigir a vista para o lado direito, ao fundo da tenda, pode-se encontrar o estande da livraria Aratebi, onde há livros da área de esporte, saúde, qualidade de vida e atividade física. Segundo William Silva, vendedor, o livro de mais saída até agora foi “Envelhecimento: Prevenção e Promoção da Saúde”, de Julio Litvoc e Francisco Carlos de Brito. 